A Total aposta na menos poluente das energias fósseis: o gás natural

A população mundial aumenta e as suas necessidades em termos de energia são cada vez mais importantes. Para satisfazê-las, é necessário dispor de uma energia acessível, disponível e limpa, mas há igualmente reduzir as emissões de gases com efeito de estufa. A Total integrou estes diferentes desafios na sua estratégia.
No domínio do petróleo e do gás, o gás natural constitui uma das nossas respostas a este duplo desafio e representa quase 50% da nossa produção.1

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    Campo offshore de gás e de condensados de Vega Pleyade, ao largo da Terra do Fogo, na Argentina.

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    Marco, geólogo, em frente ao poço ICS-X1 do campo de gás de condensados. Incahuasi, na região de Chaco na Bolívia.

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    Vista aérea da fábrica. Fábrica de gás de Shetland, em Sullom Voe, Laggan-Tormore no Reino Unido.

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    O primeiro poço de desenvolvimento de Ichthys GNL foi perfurado em Fevereiro de 2015.

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A Total é hoje um actor importante e integrado do sector do gás

A Total produz gás em 24 países e marca presença em toda a cadeia do gás, desde a extracção até à comercialização junto do consumidor final, passando pela liquefacção, o transporte e a regaseificação, sem esquecer a comercialização. A produção de electricidade é uma das principais saídas da nossa produção de gás. 

A nossa experiência permite-nos superar verdadeiros desafios humanos e técnicos. Na Argentina, ao largo da Terra do Fogo, a nossa plataforma offshore de Vega Pleyade explora um campo de gás no meio de um mar revolto onde os ventos podem atingir velocidades de 180 km/h e as temperaturas podem descer até -20º C no Inverno. As reservas do nosso campo de gás de Incahuasi, na Bolívia, encontram-se a mais de 5600 metros abaixo do solo, na região montanhosa dos Andes, onde as encostas têm frequentemente uma inclinação superior a 30º. No Norte da Rússia, somos parceiros no campo de gás e condensados de Termokarstovoye, que é constituído por reservatórios com várias camadas muito profundas, debaixo do permafrost (solo permanentemente gelado), em condições extremas de isolamento, com terrenos pantanosos que estão inacessíveis durante uma parte do ano e onde as temperaturas podem descer até aos 50º negativos no Inverno.

A nossa ambição: reforçar o nosso desenvolvimento no sector do gás natural

Em 2030, o nosso planeta terá mais de oito mil milhões de habitantes. Para nos deslocarmos, iluminarmos e aquecermos será necessária cada vez mais energia: a Agência Internacional de Energia (AIE) prevê um aumento da procura mundial superior a 30%.  

O carvão representa cerca de 28% do consumo mundial de energia, mas a sua combustão gera aproximadamente um terço das emissões de CO2 do planeta. A Total considera o gás natural uma alternativa eficaz, na medida em que tem a vantagem de emitir duas vezes menos CO2 que o carvão quando utilizado para produzir electricidade. Em matéria de produção de electricidade, o gás é igualmente o recurso mais adequado para complementar as energias renováveis, compensando as suas flutuações e assegurando o aprovisionamento em caso de picos de consumo. O gás é igualmente um recurso abundante: de acordo com as nossas estimativas, os recursos de gás são superiores a 3000 biliões de barris de equivalente de petróleo, o que representa quase 150 anos de fornecimento ao ritmo de consumo actual.

A Total optou por abandonar completamente o carvão e aumentar progressivamente a proporção de gás natural no mix energético do Grupo. Em 2005, o gás natural representava 33% da nossa produção de petróleo e gás e hoje representa quase 50%. O nosso objectivo é aumentar ainda mais a proporção de gás natural no nosso mix durante os próximos anos.

Inovar para reduzir a nossa pegada ecológica

O gás natural apresenta, portanto, vantagens decisivas na luta contra o aquecimento global, ao mesmo tempo que satisfaz as necessidades crescentes da população mundial. Porém, a sua utilização deve ser acompanhada do controlo das emissões de gases com efeito de estufa que lhe são inerentes, ainda que estas sejam claramente inferiores às decorrentes do uso do carvão2. É por esse motivo que o nosso Grupo submete a sua produção de gás a um controlo rigoroso das emissões de metano. Para o efeito, recorremos desde 2005 a uma empresa de auditoria externa. Em 2014, a Total reforçou o seu compromisso, ao aderir à Coligação do Clima e do Ar Limpo, promovida pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente e que visa melhorar os meios de medição e de redução das emissões de metano.

 

1 Produção de petróleo e gás (kb/d): 2452 em 2016
Líquidos (kb/d): 1271 em 2016
Gás (Mpc/d): 6447 em 2016

2 Relatório CIRAIG: “GHG Emissions Related to the Life Cycle of Natural Gas and Coal in Different Geographical Contexts” – Junho de 2016

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