Kaombo, a energia do futuro

KAOMBO é o ingrediente que nos vai dar mais e melhor energia. Um novo marco para a indústria de petróleo e gás em Angola

  • FPSO KAOMBO NORTE

    FPSO KAOMBO NORTE

  • Corte 1º aço, estaleiro Petromar em Ambriz, Angola

    Corte 1º aço em Angola

  • First Steel Cut in Sembawang yard, Singapore

    Corte 1º aço, Sembawang, Singapura

  • Estaleiro Egersund na Noruega

    Estaleiro Egersund, Aker Solutions, Noruega

  • Estaleiro Sonamet em Angola

    Estaleiro Sonamet Angola

  • Colaborador no estaleiro

    Colaborador local no estaleiro em Angola

  • Colaborador Estaleiro Petromar

    Estaleiro Petromar, montagem módulos

  • Colaborador Paenal, Estaleiro Porto Amboim, Kwanza-Sul

    Colaborador estaleiro Paenal em Angola

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  • Colaborador no estaleiro
  • Colaborador Estaleiro Petromar
  • Colaborador Paenal, Estaleiro Porto Amboim, Kwanza-Sul

Kaombo é o nome de um tipo de malagueta muito utilizado em Angola, com um sabor intenso. Também é o nome do projecto que vai trazer uma nova energia para Angola e para a Total. Este nome apimentado é muito apropriado ao projecto Kaombo, dados os desafios geológicos e técnicos, nomeadamente pelas enormes profundidades envolvidas, pela presença de inúmeros acidentes geológicos e estruturas de sal no subsolo do Bloco 32 e pela dispersão dos reservatórios numa área de 800 km².

Kaombo, um projecto no offshore ultra-profundo

Kaombo é um projecto com inúmeros desafios.

Localizado no Bloco 32, aproximadamente a 260 km ao largo Luanda, em profundidades de água entre os 1,400 e os 1,950 metros. O seu desenvolvimento inclui 6 campos com reservas estimadas de 660 milhões de barris, situado na região central e sudeste do Bloco. As reservas serão produzidas por intermédio de uma das maiores redes submarinas do mundo, ligadas à superfície, pela primeira vez na Total, por dois FPSO convertidos turret moored, com uma capacidade de produção conjunta de 230.000 barris por dia. Kaombo Norte, o primeiro FPSO, irá desenvolver 3 das 6 descobertas: Gengibre, Gindungo e Caril, e está previsto iniciar a produção em 2017. O segundo FPSO, Kaombo Sul, fica com os campos Canela, Mostarda e Louro e o seu início de produção está previsto para 2018.

A Total é o operador do Bloco 32, com uma participação de 30%, com parceria da Sonangol P&P (30%), Sonangol Sinopec Internacional (20%), Esso Exploration and Production Angola (Overseas) Limited (15%) e a Galp Energia (5%).

Segurança para os colaboradores e para o meio ambiente

HSA (Higiene, Segurança e Ambiente) é uma prioridade para a Total em todo o mundo, e este enorme projecto demonstra-o. Para este projecto foi adoptada uma estratégia HSA muito particular denominada "HSE FOCUS - Forging Our Culture in Safety”* que envolve todos os intervenientes e as suas melhores práticas.

* foco HSA – desenhar a nossa cultura em segurança

Até ao início da produção em 2017 serão realizadas 50 milhões de horas de trabalho em todo o mundo. Estamos a falar de 5 continentes: África, Américas, Ásia e Europa, mais de 20 países, mais de 7,000 colaboradores (no pico da actividade, entre Total, empreiteiros e subempreiteiros) em vários estaleiros.

O projecto vai minimizar o impacto ambiental por intermédio da exportação do gás associado para instalações em onshore e pela utilização de um programa específico de gestão de resíduos em onshore e offshore.

Uma estratégia de Conteúdo Local extraordinária

O projecto Kaombo é um dos maiores no investimento em Conteúdo Local, ultrapassando os 2 mil milhões de dólares, o que representa o mais alto nível de investimento deste tipo de projectos realizado no país.

Serão 84 mil toneladas de estruturas e equipamentos construídas em estaleiros nacionais, representando 14 milhões de horas de trabalho, o que vem reforçar a capacidade dos estaleiros Angolanos e o seu reconhecimento internacional. A estratégia de Conteúdo Local foi definida pelo Total e pela Sonangol (concessionária) com uma forte participação das empresas contratadas para garantir uma concorrência transparente e uma distribuição de trabalho justa. As decisões tomadas hoje pela Total em Angola são reflexo de muitos anos de experiência. A Total tem trabalhado no offshore profundo do Golfo da Guiné nos últimos 15 anos, o que tem sido muito enriquecedor.

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