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Kaombo, desafios picantes e inovadores

Kaombo é o ingrediente que nos traz mais e melhor energia. Um novo marco para a indústria de petróleo e gás em Angola.

Kaombo é o nome de um tipo de malagueta muito utilizado em Angola, com um sabor intenso. Também é o nome do projecto que traz uma nova energia para Angola e para a Total. Este nome apimentado é muito apropriado ao projecto Kaombo, dados os desafios geológicos e técnicos, nomeadamente pelas enormes profundidades envolvidas, pela presença de inúmeros acidentes geológicos e estruturas de sal no subsolo do Bloco 32 e pela dispersão dos reservatórios numa área de 800 km².

Kaombo, um projecto no offshore ultra-profundo

Kaombo é um projecto com inúmeros desafios localizado no Bloco 32, aproximadamente a 260 km ao largo de Luanda, em profundidades de água entre os 1.400 e os 1.950 metros. O seu desenvolvimento inclui seis campos com reservas estimadas de 658 milhões de barris, situado na região central e sudeste do Bloco. As reservas serão produzidas por intermédio de uma das maiores redes submarinas do mundo, ligadas à superfície, pela primeira vez na Total, por dois D1B2[1] FPSO convertidos com torre de sustentação, com 333 metros de comprimento e 60 de largura, uma capacidade de produção conjunta de 230.000 barris por dia, o que representa 15% da produção do País. O primeiro FPSO, Kaombo Norte,  desenvolve três das seis descobertas: Gengibre, Gindungo e Caril, com o início da produção a 27 de Julho de 2018. O segundo FPSO, Kaombo Sul, fica com os campos Canela, Mostarda e Louro, e o seu início de produção está previsto para 2019.

A Total é o operador do Bloco 32, com uma participação de 30%, com parceria da Sonangol P&P (30%), Sonangol Sinopec Internacional (20%), Esso Exploration and Production Angola (Overseas) Limited (15%) e a Galp Energia (5%).

Segurança para os colaboradores e para o meio ambiente

HSA (Higiene, Segurança e Ambiente) é uma prioridade para a Total em todo o mundo, e este enorme projecto demonstra-o. Para este projecto foi adoptada uma estratégia HSA muito particular denominada "HSE FOCUS - Forging Our Culture in Safety”* que envolve todos os intervenientes e as suas melhores práticas.

* foco HSA – desenhar a nossa cultura em segurança

O projecto minimiza o impacto ambiental, por intermédio da exportação do gás associado para o ALNG - fábrica de gás em onshore e pela utilização de um programa específico de gestão de resíduos em onshore e offshore. A Total exige que todos os empreteiros e sub-empreteiros cumpram com as regras de Qualidade/ Gestão e utilizem o sistema de compras com vários níveis para permitir um seguimento preciso.

Uma estratégia de Conteúdo Local extraordinária

O projecto Kaombo é um dos maiores no investimento em Conteúdo Local, ultrapassando os 2 mil milhões de dólares, o que representa o mais alto nível de investimento deste tipo de projectos já alguma vez realizado no País.

Serão mais  de 84 mil toneladas de estruturas e equipamentos construídos em estaleiros nacionais, representando mais de 19 milhões de horas de trabalho, o que vem reforçar a capacidade dos estaleiros angolanos e o seu reconhecimento internacional. A estratégia de Conteúdo Local foi definida pela Total e pela Sonangol (concessionária) com uma forte participação das empresas contratadas para garantir uma concorrência transparente e uma distribuição de trabalho justa. As decisões tomadas hoje pela Total em Angola são reflexo de muitos anos de experiência. A Total tem trabalhado no offshore profundo do Golfo da Guiné nestes últimos 20 anos, o que garante a sua liderança como um importante operador de óleo e gás no país e no mundo.

 

[1] Design one, build two (projecta um, constrói dois)

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